January 26, 2010

Desassossego…

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Bastidores do Curta Metragem “Desassossego”.
Digital em edição, protagonizado e dirigido por
Marco di Aurélio, fotografia de Lúcio César
Fernandes e Assistência de Direção de Niu Batista.
Produzido por Manoel Jaime e Roseli Ferreira o
curta promete um cenário exuberante, extraído
mais uma vez da região caririzeira paraibana.
O set de filmagem foi o Lajedo do Pai Mateus,
município de Cabaceiras-PB.

Foto: Roseli Ferreira



January 18, 2010

Curta Metragem, ainda sem título…

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Mais um curta metragem em gestação.
Como não poderia deixar de ser, mais uma vez,
o Cariri Paraibano se destaca com sua luz especial.
Lajedo do Pai Mateus, suas pedras, seu céu e sua
energia. Alimento da alma, água pros olhos de
qualquer vivente sensível à natureza.

Com direção de Marco di Aurélio, assistência de
Niu Batista, fotografia de Lúcio César Fernandes,
produção de Manoel Jaime e Marco di Aurélio,
assistências de Roseli Ferreira e Gabriel Batista,
nasce mais uma estória sobre um lajedo de lendas.

Sem data marcada para finalização, esperemos
mais uma produção paraibana em fase de chôco.

Foto: Roseli Ferreira



December 24, 2009

1º Fest Cine Cultura Viva

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Gratificados pelo reconhecimento de nosso trabalho,
nos sentimos incentivados ao exercício de outros
desafios.

Ganhamos no Festival Cine Cultura Viva, o prêmio
de melhor trilha original.

Numa composição musical especialmente voltada
para o clima de nosso curta-metragem, a dupla
Roberto Araújo, autor e arranjador, acompanhado
pelo violinista Marcelinho Vasconcelos, completaram
o contexto que o filme carecia.

Viva o cinema brasileiro!

Foto: marcodiaurélio



December 10, 2009

Enraizados…

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Nosso curta metragem “Enraizados” foi classificado
no Festival Cine Cultura Viva, com exibição entre
os demais no período de 16 a 21 deste mês, na
cidade de Brasília-DF.
Com o realismo estético do sertão nordestino,
o vídeo transcende regionalismos.

Fotografia de João Carlos Beltrão

Direção de Niu Batista



December 2, 2009

Canto pra minha terra…

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Assim
cantada
a terra encastelada
se faz o paraíso
se faz São Saruê
e sem dizer por que
é mote de improviso.

Remota
escondida
ao longe tão perdida
sem nome mapeado
sem carta de origem
é ato de vertigem
tesouro bem guardado.

No peito de quem sofre
distância tão tirana
a terra que se ama
pros outros não existe
sem letra pro seu hino
saudade é desatino
de um chão qu’inda me chama.

Foto: marcodiaurélio



November 28, 2009

É do Sertão…

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É do sertão seu sacramento,
saber-se ser sertão em sua aurora,
sentir-se ser cheiroso quando flora,
tingir-se de dourado, e o mundo cora,
ao vê-lo derramado no poente.

Cheiro de alfazema
é cheiro de menino novo…

Também tem cheiro
o chão da terra que a gente nasce.

Foto: marcodiaurélio



November 20, 2009

Coisa de Cordelista…

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Minha alma araripina
meu leito de bodocó
minha ladeira de pedra
meu terreiro de forró
cantando de peito aberto
é letra que eu acerto
tocando numa corda só.

Rabeca de fino trato
nos dedos que não domino
ainda não tive escola
já deixei de ser menino
e o mundo que eu arranho
muito mal dá pro meu ganho
na poeira do destino.

Queria ser repentista
mas não daria por certo
pois sou fraco de memória
e não decoro um verso
portanto vou esmolando
na feira vou embolando
metade de meu sucesso.

Tem quem pare e me escute
tem quem passa e não se importa
tem quem fique na janela
tem outro que fecha a porta
e eu vou amolando a faca
no casco de uma vaca
enquanto ela não se entorta.

Foto: marcodiaurélio



November 11, 2009

Primavera do Cariri [1]

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No Cariri paraibano a primavera é o ano todo.

Mesmo no tempo seco a natureza nos oferta
imagens de intenso louvor. Não devemos a
ninguém em termos de flores, o que nos falta
é sabermos olhar ao derredor, ou entres as
frestas das pedras.

Foto: marcodiaurélio



November 3, 2009

Estrel’Eneida…

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Estrel’Eneida

Virtual enquanto duramos
prometidos fomos
ao olhar de um dia
sob as árvores de um jardim de livros.

Livros de graça
em bancos de praça
prefácio de orvalho
à luz dos Ipês
bancada de grès
abaixo dos pássaros.

Partistes deixando
as letras de outrora
em favos de aurora
em tom de carmim
deixando pro mundo
as contas de si
em frases eternas
em folhas dispersas
que não terão fim.

Corpo de luz
de nós fugidio
deixastes no cio
o choro dos deuses
ausente te fazes
apenas de corpo
mas não será morto
o que foi de ti.

Hoje à noite
olharei os céus com mais cuidado
e deixarei que brilhe em meus olhos
a estrela que me olhar.

____________________________________

Tributo a Eneida Machado Milet ( + Jun 2009)

Foto: La Sibylle d’Erythrée
         Jean-Jacques Caffieri 1759



November 1, 2009

IESP - Literatura em debate

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O Instituto de Ensino Superior da Paraíba promove
mais uma vez apresentações de autores em literatura,
envolvendo seus aluno no mundo da crítica às criações.

Foto: Roseli Ferreira



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